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Sobre Comércio Exterior

O Governo de Sergipe tem como política de Comércio Exterior elevar a participação de Sergipe nas exportações do nordeste e do Brasil, para isso as ações estão sendo pautadas através da articulação institucional de forma a estabelecer um diálogo aberto entre o setor público e a iniciativa privada.

O Portal do Comércio Exterior de Sergipe foi criado pelo Governo do Estado, através da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia, com o objetivo de estimular o crescimento do comércio exterior de Sergipe e divulgar informações sobre o assunto para empresários e sociedade.

Notícias
América Latina: Brasileiros focam menos a expansão internacional

Os executivos brasileiros estão menos focados no crescimento internacional de suas empresas nos próximos cinco anos do que os comandantes de outros países da América Latina, inclusive os argentinos. A ambição de aumentar a participação em mercados externos nesse prazo, no entanto, ainda é maior entre os dirigentes asiáticos e europeus.


Esses dados fazem parte de uma ampla pesquisa realizada pela consultoria Bain & Company com 1.430 executivos do alto escalão de grandes companhias - 40% com faturamento entre US$ 600 milhões e US$ 2 bilhões. O estudo foi conduzido nas regiões da América Latina, Ásia/Pacífico, Europa, Oriente Médio, África e América do Norte no primeiro trimestre deste ano. Nele, os executivos de mercados emergentes, especialmente os latino-americanos, parecem bastante confiantes no futuro de suas empresas. Metade desses dirigentes acredita que seus países terão mais oportunidades nos próximos anos do que a China e a Índia.


Matérias-primas usadas em produtos exportados deixam de pagar tributos federais

A compra de insumos para a produção de mercadorias voltadas à exportação estão isentas de três tributos: Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e PIS/Cofins.


A medida estava em vigor desde dezembro, quando o governo editou medida provisória com a ampliação do drawback para produtos agrícolas e, agora, virou lei. A sanção saiu publicada no dia (5) no Diário Oficial da União.


O drawback existe desde 1966 e permite a suspensão de tributos federais sobre insumos importados usados na fabricação de produtos vendidos ao exterior. Em outubro do ano passado, o governo estendeu o regime para matérias-primas nacionais, desde que parte dos componentes da mercadoria produzida para exportação fosse importada.





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